--
(@> mauro.martini@gmail.com
// \ (gtalk, msn, meebo, aim)
V_/_ ICQ:150922494
twitter.com/mauromartini
Créditos Martini!!!
A despeito das incitações perpétuas a "curtir", Narciso venceu Dionísio. p. 248
Por toda parte, as festas são dominadas pela lógica dos lazeres, dos espetáculos e do consumo: a festa tradicional ou memorial foi substituída pela festa consumista ou frívola centrada no presente. p. 253
Na sociedade de hiperconsumo, triunfa a festa sem passado nem futuro, a hiperfesta auto-suficiente, presenteísta, no grau zero do sentido, apenas alimentada pelas paixões de distração e de consumo. p. 254
Prazer de encontrar-se "entre si", atar laços cúmplices e conviviais com semelhantes, declarar um orgulho identitário, a festa funciona como instrumento de autodefinição e de afirmação de si num tempo em que as identidades coletivas já não estão dadas e admitidas de uma vez por todas. O indivíduo se busca muito mais do que se perde: eis o princípio da festa reativado por uma exigência de "orgulho" neo-individualista, de enraizamento e de reidentificação de si. p. 256
Construir-se, destacar-se, aumentar suas capacidades, a "sociedade do desempenho" tende a tornar-se a imagem prevalente da hipermodernidade. p. 260
As antigas utopias estão mortas, o que "inflama" a época é um estilo de existência dominado pela "vitória", o sucesso, a competição, o eu de alto rendimento. Ser o melhor, destacar-se, superar-se: eis a sociedade democrática "convertida" ao culto do desempenho, "vetor de um desenvolvimento pessoal de massa". p. 264
Recolho a não ouvir ninguém,
Não sofro o insulto de um carinho,
E falo alto sem que haja alguém:
nascem-me os versos no caminho.
Interessante observar quais são as palavras pesquisadas pelos usuários de internet que visitam nosso site. Música de corno? Pois é, fazer o que né. Vai aí então todas a palavras pesquisadas neste último mês.
| desclassificados | 10 | 18.8 % |
| brasil nunca mais | 7 | 13.2 % |
| os desclassificados | 3 | 5.6 % |
| musicas de bebado | 3 | 5.6 % |
| www.desclassificados.com | 2 | 3.7 % |
| música para eu ouvir | 1 | 1.8 % |
| musicas sobre apaz | 1 | 1.8 % |
| musica de coleira | 1 | 1.8 % |
| msica de coleirinha | 1 | 1.8 % |
| musicas para cornos | 1 | 1.8 % |
| musicas sobre o coraçao | 1 | 1.8 % |
| letras de vem quebrando os coraÇoes | 1 | 1.8 % |
| alvaro de campos - diluente | 1 | 1.8 % |
| aquela cujo sorriso sugere a paz q eu não tenho | 1 | 1.8 % |
| quero mucica de coleiro | 1 | 1.8 % |
| coração tolo | 1 | 1.8 % |
| monotonia que me mata | 1 | 1.8 % |
| música a paz que eu tenho | 1 | 1.8 % |
| influencia dos estilos musicais | 1 | 1.8 % |
| musica quebra corações | 1 | 1.8 % |
| lojas de som para ouvi | 1 | 1.8 % |
| música - felicidade | 1 | 1.8 % |
| discrassificados | 1 | 1.8 % |
| não me macem | 1 | 1.8 % |
| quem cruzou todos os mares apenas cruzou de si mesmo fernando pessoa | 1 | 1.8 % |
| coleira letra de música | 1 | 1.8 % |
| alvaro de campos - poema diluente -interpretaçao | 1 | 1.8 % |
| musicas de paz | 1 | 1.8 % |
| musica na vespera de não partir | 1 | 1.8 % |
| musicas de culerrinha | 1 | 1.8 % |
| letras sobre paz | 1 | 1.8 % |
| objetos que começa com as letras n e u | 1 | 1.8 % |
| brasil nunca mais? |

Com efeito, a leitura não tem lugar: Barthes lê Proust no texto de Stendhal; o telespectador lê a paisagem de sua infância na reportagem da atualidade [...] O mesmo se dá com o leitor: seu lugar não é aqui ou lá, um ou outro, mas nem um nem outro, simultaneamente dentro e fora, perdendo tanto um como o outro misturando-os, associando textos adormecidos mas que ele desperta e habita, não sendo nunca o seu proprietário. Assim, escapa também à lei de cada texto em particular, como à do meio social. p. 270
Uma credibilidade do discurso é em primeiro lugar aquilo que faz os crentes se moverem. Ela produz praticantes. Fazer crer é fazer fazer. Mas por curiosa circularidade a capacidade de fazer se mover – de escrever e maquinar os corpos – é precisamente o que faz crer. p. 241
O uso do termo "estratégia" é [...] limitado. [...] Bordieu repete ao mesmo tempo que não se trata de estratégias propriamente falando: não há escolhas entre diversos possíveis, portanto "intenção estratégica"., [...] Não há previsão mas apenas um "mundo presumido" como a repetição do passado. Em suma, "como os indivíduos não sabem, propriamente falando, o que fazem, o que fazem tem mais sentido do que sabem". "Douta ignorância", portanto, habilidade que se desconhece. p. 124 (BORDIEU, 1970 apud CERTEAU, 2001, p. 124)