quinta-feira, 14 de junho de 2012
Capa segundo CD da banda: Menina por favor
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Instrumentos musicais mais antigos do mundo
Os cientistas usaram datação por carbono para descobrir que as flautas têm entre 42 mil e 43 mil anos de idade e datam da mesma época em que o Homo sapiens iniciou a ocupação da Europa.
Liderada por Tom Higham, da Universidade de Oxford, a equipe disse que o achado sugere que os humanos modernos chegaram ao Danúbio Superior antes de uma fase climática de frio extremo ter atingido a região, por volta de 39 mil a 40 mil anos atrás.
Até então se acreditava que o Homo sapiens teria chegado ao local somente após esta onda de frio.
"Estes resultados são consistentes com a hipótese que criamos muitos anos atrás, de que o Rio Danúbio foi um corredor importante para o movimento de humanos e inovações tecnológicas para o centro da Europa entre 40 mil e 45 mil anos atrás", disse Nick Conard, pesquisador da Universidade de Tuebingen.
Os cientistas argumentam que os instrumentos musicais podem ter tido um papel importante para rituais religiosos ou recreativos e alguns chegam a afirmar que a música pode ter sido um dos fatores de diferenciação dos homens modernos sobre os neandertais, que foram extintos em grande parte da Europa há cerca de 30 mil anos.
terça-feira, 29 de maio de 2012
A todo mundo
quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Gravação nova: Saia do meu inconsciente
Não quero mais pensar em você,
Me deixe descobrir quem eu sou,
Arranjo: l. manzoni/fabiano foresti/f. foresti/r. albuquerque
©Copyright 2010 Todos os direitos reservados
quarta-feira, 9 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Música nova: Naquele local
NAQUELE LOCAL*
(f. foresti)
Naquele local eu vi morrer
Naquele local eu vi nascer
Naquele local tinha um quadro
De Cristo crucificado (2x)
Também tinha o quadro de um negro
Tentando agarrar o sol (2x)
Música dedicada ao meu pai, Dr. Eroni Foresti
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Bando de cagão
Sou um analfabeto tecnológico, é preciso antes de tudo esclarecer isso. Não sei instalar programas, baixar músicas, filmes ou mandar mensagens de texto via celular (sim, por conta de compromissos profissionais recentemente aderi a essa COLEIRA DO DEMÔNIO). Só sei mexer no photoshop e um pouco no word, programas que ajudam no meu trabalho. Ah, também nunca joguei videogame na minha vida (o fato de nunca ter ganhado na infância um brinquedo movido a pilha sequer , talvez explique essa aversão a diversões eletrônicas).
Sei postar as coisas aqui no blog, mas para isso realmente não precisa ser o inventor do Facefuck para se sair bem.
Pois bem, feita essa pequena introdução (OPS), o caso é que nunca tinha ouvido falar no tal do TROLL. Recém adentrado no selvagem mundo do Twitter (por dinheiro, é claro), me explicaram o conceito: basicamente são pentelhos que ficam enchendo o saco das pessoas online, e nunca pessoalmente. Talvez seja essa a única contribuição que esses indivíduos fazem para a sociedade - ficarem dentro dos seus quartos mofados.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Re: Poema do saco cheio
PATRIOTISMO RECORRENTE PATOLÓGICO AGUDO POR
OSMAR COMDÊ NOPHYN
Estou cheio,
cheio de tudo.
cheio da vida, cheio do mundo,
cheio de mim mesmo.
Cheio de respirar sem parar,
de comer, de estudar, de andar,
de olhar, de beber, de mijar, de cagar,
sem jamais acabar de encher umas coisas
e esvaziar outras!
Cheio de ver o Sol passar de lá pra cá,
de lá pra cá, de lá pra cá,
e nunca, não sei por que, de cá pra lá!
Cheio de um dia passando atrás do outro,
ontem, hoje, amanhã, depois,
janeiro, fevereiro, março, abril,
segunda, terça, quarta, quinta,
quinta, quinta, quinta, quinta dos infernos...
E repetir todo dia essa chatura eterna:
"Bom dia", "Boa noite". "como vai?"
Cheio de abrir jornal cada dia que passa
e saber que Fulano matou a Beltrano,
que aquele outro roubou,
que tal preço subiu,
que a mulher do padeiro
la-la-ri com o leiteiro.
Guerra, revolução, jogo de futebol,
cheio de em todo jogo haver sempre
um que ganha, um que perde, um juiz que é ladrão.
Cheio de receber, de pagar, de comprar,
de pagar, de ganhar, de perder, de comprar,
de pagar, de pagar, de pagar, de pagar...
Cheio de só ver gente que
está sempre doente.
Cheio de ver gargantas, de ver línguas de fora,
de ver cacos de dentes,
de bocas que fedem mais que bobó de gambá!
"Dói aqui?" "Dói ali?" "Dói acolá?"
Dói, sim. Tudo dói. Tudo está mal!
Cheio de vidros cheios de tumores,
de escarro, de sangue, de bosta.
Cheio da humanidade que passa
e repassa
e nasce, e cresce, e morre,
e não acaba nunca de nascer,
de crescer, de morrer, de morrer!
Como enche isso tudo!
Criança berrando e berrando e berrando.
Cheio de gente justa, gente boa, gente fina,
gente que diz "comigo é tudo no direito"
e de nunca encontrar essa gente na vida,
gente que já nasceu certamente enterrada:
"Aqui jaz Fulaninho, um primor de candura"
"Aqui jaz Fulaneco, a bondade em pessoa"
"Tutti buona genti, ma ladri!"
Cheio, cheio de fato
do que se diz, do que se lê, do que se escreve.
Cheio dessa poesia imbecil e concreta,
dessa música besta, dessa prosa idiota.
Cheio de precisar falar ao telefone,
aperte o dois, aperte o três, aperte o quatro,
e tome musiquinha,
onde está você, telefonista?
aperte o cinco, aperte o seis, aperte o sete,
e tome musiquuinha
até que a linha cai,
espere um pouco mais, insista, insista, insista
"Ora vá aporrinhar tua mãe
sua vigarista!"
Cheio das mentiras convencionais:
"Tive muito prazer em conhecê-lo"
Prazer? Porque prazer? Prazer horrível, é o que é!
E quer saber do que mais? Pois então, vá...
Oh! a angústia suprema do palavrão
que morre amordaçado na garganta!
Chato mundo, mundo chato, chato,
chaaaaaaaaaaato...
E ter de trabalhar todo dia,
trabalhar para quê?
Ir para o trabalho,
voltar do trabalho,
ir para o trabalho,
voltar do trabalho,
ir e voltar, ir e voltar,
ir e voltar, ir e voltar,
até que um dia, finalmente,
ir...e não voltar.
Cheio de precisar procurar
e falar e implorar aos
figurões
das repartições:
"Volte amanhã, cole mais um selo,
entre na fila, reconheça a firma,
volte amanhã, espere o chefe chegar do café,
hoje já fechou, volte amanhã,
siga os canais competentes,
pague o imposto, volte amanhã,
volte amanhã, volte amanhã,
não volte nunca mais, vá pro diabo!
Trabalhar no INSS
entrar para o INSS
sair do INSS
credenciar no INSS
brigar com o INSS
reatar com o INSS
sofrer, viver, respirar, comer, mijar INSS
pr ´um dia, finalmente,
faturar quarenta US,
Sentir que a vida passa e não se realiza,
sentir que esse bolero de Ravel não tem fim.
Nascer, chorar, crescer, crescer, crescer,
estudar, brigar, levar pau, crescer mais,
apanhar do papai, apanhar da mamãe,
apanhar do colega, apanhar da polícia,
apanhar resfriado, apanhar gonorréia
e depois trabalhar e lutar e casar
e levar a mulher pro doutor abortar,
e dormir, e acordar, e fugir do credor,
e dar golpes na praça e comprar o juiz
e juntar capital, e enfim enriquecer
na hora de morrer deixando alguém feliz.
Ora, p...a, direis, que já me estoura o saco!
Oh! chatura sem fim, oh! chatura infernal!
Estou cheio, estou cheio, estou cheio de tudo,
deste mundo, da vida, de mim mesmo talvez!.
De que vale trepar se o gozo é tão fugaz
e o que sobra, afinal, é um ardor por detrás!!!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
O nome do DJ
sexta-feira, 30 de março de 2012
Como pinga
quarta-feira, 28 de março de 2012
Devolve meu coração
Millôr Fernandes morreu. Que merda!
O desenhista, jornalista, dramaturgo e escritor Millôr Fernandes morreu na noite de terça-feira (27), aos 88 anos, em sua casa no Rio. De acordo com a família, ele sofreu falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca.
O velório será realizado na quinta (29), das 10h às 15h no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, na Zona Portuária do Rio. Depois, o corpo será cremado em cerimônia restrita à família.
Em novembro de 2011, Millôr Fernandes recebeu alta depois de quase cinco meses internado na Casa de Saúde São José, situada em Botafogo, zona sul do Rio --em fevereiro do ano passado, ele sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) isquêmico.
Millôr deixa dois filhos, Ivan e Paula, frutos de seu relacionamento com Wanda Rubino. Dois de seus irmãos são vivos: Ruth, que mora no Equador, e Hélio, proprietário do jornal "Tribuna da Imprensa".
| Ricardo Moraes/Folhapress | ||
| O escrito Millôr Fernandes, que morreu em sua casa no Rio aos 88 anos |
Nascido no bairro do Méier, no Rio, Millôr nasceu Milton Fernandes em 23 de agosto de 1923, mas foi registrado em 27 de maio de 1924. Anos mais tarde, quando foi ver sua certidão de nascimento, reparou que o "T" tinha aspecto de "L" e o "N", inconcluso, parecia um "R", sugerindo a grafia Millôr em vez de Milton. Assumiu-se, então, Millôr.
Millôr perdeu os pais ainda criança -- o pai morreu de intoxicação quando ele era bebê e a mãe, vítima de câncer, quando ele tinha dez anos.
Em 1938, aos 14, Millôr entrou no Liceu de Artes e Ofícios e começou a trabalhar profissionalmente na revista "O Cruzeiro". Naquele momento, se tornaria um dos principais nomes do jornalismo e das artes no Brasil. Registros constatam, inclusive, que, no período em que ele ficou no "Cruzeiro", as vendas subiram de 11 mil para 750 mil exemplares.
Foi também um dos criadores do jornal "O Pif-Paf". Apesar de ter durado apenas oito edições, a publicação é considerado o início da imprensa alternativa no Brasil. Ele foi ainda um dos colaboradores de "O Pasquim", reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar.
Com diversas aptidões --para o desenho, a prosa, a poesia, o teatro, a literatura--, raramente se sentia frustrado. Foi premiado como desenhista (dividiu com seu ídolo Saul Steinberg [1914-1999] o primeiro lugar na Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires, em 1955), requisitado como tradutor (de Shakespeare, Molière, Sófocles, Bernard Shaw), autor de peças célebres como "Liberdade, Liberdade" (1965), uma das obras pioneiras do teatro de resistência ao regime militar, feita em parceria com Flávio Rangel e encenada pelo Grupo Opinião, com Paulo Autran e Tereza Rachel.
| Acervo UH/Folhapress | ||
| O desenhista, jornalista, dramaturgo e escritor Millôr Fernandes em outubro de 1970 |
Publicou mais de 50 livros a partir de 1946, boa parte compilando textos humorísticos e desenhos feitos para a imprensa, dentre eles "Fábulas Fabulosas" (1964) e "A Verdadeira História do Paraíso" (1972). Veja outras de suas publicações "[aqui]".http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1068385-veja-cronologia-e-algumas-obras-de-millor-fernandes.shtml.
Entre os múltiplos talentos de Millôr também estava o de roteirista. Foram mais de dez roteiros criados para o cinema, individualmente --"Modelo 19" (1952, mais conhecido como "O Amanhã Será Melhor"; "Amor para Três" (1960), "Ladrão em Noite de Chuva" (1960); "Esse Rio que Eu Amo" (1962), "Crônica da Cidade Amada" (1965), "O Menino e o Vento" (1967) e "Último Diálogos" (1995)-- ou em parceria, como "O Judeu" (1995), com Geraldo Carneiro e Gilvan Pereira, e "Mátria" (1998), com Carneiro e Jom Tob Azulay. Em "Terra Estrangeira" (1995), dirigido por Walter Salles e Daniela Thomas, participou com diálogos adicionais.
Millôr foi uma das primeiras personalidades brasileiras a ter espaço na internet, inaugurando seu site, que segue no ar até hoje, no ano 2000. No Twitter, tem mais de 368 mil seguidores.
POLÍTICA E JORNALISMO
Seu humor crítico e inclemente lhe traria problemas também com governantes, desde o presidente Juscelino Kubitschek (que censurou seu programa "Treze Lições de um Ignorante", na TV Tupi Rio, após uma piada com a primeira-dama) até os militares que atacaram "O Pasquim" --jornal que ele ajudou a criar-- durante a ditadura.
A política também causaria o fim de seu primeiro período (1968-1982) na revista "Veja", quando se negou a cessar o apoio público a Leonel Brizola nas eleições para governador do RJ em 1982.
Em setembro de 2004, voltaria à "Veja", mas sairia cinco anos depois --seu contrato não seria renovado após Millôr questionar (a princípio extrajudicialmente) a publicação de suas colunas antigas na edição digital da revista.
Na Folha, Millôr Fernandes assinou uma coluna semanal, no caderno dominical "Mais!", entre julho de 2000 e agosto de 2001.
Gosto de gente que diz não
segunda-feira, 26 de março de 2012
No horizonte da vida linhas firmes e tranquilas
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. Tradução de Antônio Carlos Braga. 2. ed. São Paulo: Escala, [198-?]. 356 p. ISBN 85-7556-757-8 (Grandes obras do pensamento universal, 42)
O gênio
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. Tradução de Antônio Carlos Braga. 2. ed. São Paulo: Escala, [198-?]. 356 p. ISBN 85-7556-757-8 (Grandes obras do pensamento universal, 42)
É quando a arte...
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. Tradução de Antônio Carlos Braga. 2. ed. São Paulo: Escala, [198-?]. 356 p. ISBN 85-7556-757-8 (Grandes obras do pensamento universal, 42)
Os chamados talentos...
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. Tradução de Antônio Carlos Braga. 2. ed. São Paulo: Escala, [198-?]. 356 p. ISBN 85-7556-757-8 (Grandes obras do pensamento universal, 42)
quinta-feira, 22 de março de 2012
Em sonho ser feliz
Depois de tudo o que aconteceu.
Te vi em sonho e meu sonho se perdeu.
Fiquei mais só, meu coração adoeceu.
Quero sonhar com você todas as noites,
Acordar com um semblante doce
E fazer o dia especialmente feliz.
Sonhar que nos vimos em sonho,
E em sonho conseguimos ser feliz.
domingo, 18 de março de 2012
Companhias vulgares
Por que sentimos remorsos depois te termos ficado em companhias vulgares? Porque tomamos com leviandade coisas importantes, porque ao falar com certas pessoas não falamos com toda a boa-fé ou porque guardamos silêncio quando devíamos ter falado, porque no momento não tivemos coragem de levantar bruscamente e deixar o grupo, em suma, porque nos comportamos nessa companhia como se fizéssemos parte dela. P. 248
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. Tradução de Antônio Carlos Braga. 2. ed. São Paulo: Escala, [198-?]. 356 p. ISBN 85-7556-757-8 (Grandes obras do pensamento universal, 42)
sábado, 17 de março de 2012
A alma de um homem se desgasta
A alma de um homem se desgasta também por um contato contínuo; pelo menos é o que acaba por nos parecer – nunca mais haveremos de rever sua figura e sua beleza originais. Sempre se perde no relacionamento demasiado íntimo com mulheres e amigos; e nisso se perde às vezes a pérola da própria vida. p. 275
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. Tradução de Antônio Carlos Braga. 2. ed. São Paulo: Escala, [198-?]. 356 p. ISBN 85-7556-757-8 (Grandes obras do pensamento universal, 42)
Que seja dito para os homens capazes de dar-se conta
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. Tradução de Antônio Carlos Braga. 2. ed. São Paulo: Escala, [198-?]. 356 p. ISBN 85-7556-757-8 (Grandes obras do pensamento universal, 42)
















