segunda-feira, 25 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Um pesadelo inestético
... e um desdém cheio de tédio por eles, que desconhecem que a única realidade para cada um é a sua própria alma, e o resto – o mundo exterior e os outros – um pesadelo inestético, como um resultado nos sonhos de uma indigestão de espírito. p. 70-71
[...] é a sua consciência íntima de serem meus semelhantes, que me veste o traje de forçado, me dá a cela de penitenciário, me faz apócrifo e mendigo. p. 71
[...] é a sua consciência íntima de serem meus semelhantes, que me veste o traje de forçado, me dá a cela de penitenciário, me faz apócrifo e mendigo. p. 71
PESSOA, Fernando. Livro do desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. 534 p.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Não trate um bêbado como bêbado
Não trate o bêbado como bêbado,
Trate-o como ele deve ser tratado.
Se tratares são o louco,
Trate como sóbrio o embriagado
É que na razão da embriaguês ele sabe
Ter a razão embriagado.
[refrão]
Qual bêbado quer ser lembrado,
Por um careta realista e sóbrio,
Que vive da realidade alienado
Quando o bêbado sabe
Ser ele o real transbordado?
composição: fabiano foresti
arranjo: l. manzoni; fabricio f.; fabiano foresti
sábado, 11 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Música nova: Palavras com cheiro
Nosso baixista relapso faltou no dia da gravação e o Luiz Maia do Jardim Elétriko gravou e criou a linha de baixo, além de ajudar a produzir a música e dar várias dicas. Obrigado cara, a música não seria a mesma sem você.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Amigos e jardins
Amigo! Será assim como um jardim
Ou encosta que necessita de arrimo?
O zelo com aquele fá-lo vicejar sem fim,
Mas o amparo desta só o faz outro amigo?
Se como o jardim for, não terei me enganado.
Ainda que este seja facilmente esquecido
E um amigo tão claramente lembrado.
Eu sei, os jardins sempre passam, são finitos.
Amigo é algo de eterno, hei de lembrar enfim.
Conquanto que, à semelhança de um jardim,
O refaça pela vida no encontro lado a lado.
Jamais que a amizade poderá ser senão assim.
Jardins e amigos se acabam na ilusão do acabado.
Ah! Amizade! Será meu amigo só amigo pra mim?
Ou encosta que necessita de arrimo?
O zelo com aquele fá-lo vicejar sem fim,
Mas o amparo desta só o faz outro amigo?
Se como o jardim for, não terei me enganado.
Ainda que este seja facilmente esquecido
E um amigo tão claramente lembrado.
Eu sei, os jardins sempre passam, são finitos.
Amigo é algo de eterno, hei de lembrar enfim.
Conquanto que, à semelhança de um jardim,
O refaça pela vida no encontro lado a lado.
Jamais que a amizade poderá ser senão assim.
Jardins e amigos se acabam na ilusão do acabado.
Ah! Amizade! Será meu amigo só amigo pra mim?
fabiano f.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Educação e emancipação
Pessoas que se enquadram cegamente no coletivo fazem de si mesmas meros objetos materiais, anulando-se como sujeitos dotados de motivação própria. [...]
Inclui-se aí a postura de tratar os outros como massa amorfa. Uma democracia não deve apenas funcionar, mas sobretudo trabalhar o seu conceito, e para isso exige pessoas emancipadas. Só é possível imaginar a verdadeira democracia como uma sociedade de emancipados. [...]
A única concretização efetiva da emancipação consiste em que aquelas poucas pessoas interessadas nesta direção orientem toda a sua energia para que a educação seja uma educação para a contestação e para a resistência.
ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
quarta-feira, 30 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Seus olhos tristes
Eu sei eu não consigo esquecer
Eu sei eu não consigo esquecer
Eu não consigo esquecer
Seus olhos tristes e magoados
Eu não consigo esquecer
Seus olhos tristes...
Eles eram tão bonitos de se ver
Eles eram tão bonitos de se ver
Eu sei eu não consigo esquecer
Eu sei eu não consigo esquecer
Eu não consigo esquecer
Seus olhos tristes e profundos
Eu não consigo esquecer
Seus olhos tristes...
Composição e arranjo: f. foresti
©Copyright 2010 Todos os direitos reservados
©Copyright 2010 Todos os direitos reservados
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Palavras com cheiro
Compro um amor verdadeiro,
Pago bem mas sem dinheiro,
Pago bem mas sem dinheiro
Troco palavras com cheiro
Dou de graça conselho
Dou de graça conselho.
(refrão)
Alugo meu corpo a quem alugar-me o seu também.
Alugo meu corpo a quem alugar-me o seu também
Cobro e só pago tanto,
Que amor nunca foi quanto.
Que amor nunca foi quanto
Banda Os Desclassificados
Florianópolis Santa Catarina Brasil
Composição: fabiano foresti
Arranjo: Guitarra: Baixo: L. Manzoni Bateria: Fabiano Foresti Voz e Guitarra: F. Foresti
Pago bem mas sem dinheiro,
Pago bem mas sem dinheiro
Troco palavras com cheiro
Dou de graça conselho
Dou de graça conselho.
(refrão)
Alugo meu corpo a quem alugar-me o seu também.
Alugo meu corpo a quem alugar-me o seu também
Cobro e só pago tanto,
Que amor nunca foi quanto.
Que amor nunca foi quanto
Banda Os Desclassificados
Florianópolis Santa Catarina Brasil
Composição: fabiano foresti
Arranjo: Guitarra: Baixo: L. Manzoni Bateria: Fabiano Foresti Voz e Guitarra: F. Foresti
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Música nova: Deixa pra quem gosta
Para ouvir:
http://palcomp3.com/desclassificados/
Aconteceu comigo um dia
Uma galera que tomava anfetamina
E a coisa toda era muito louca
Porque a galera não calava a boca
(refrão)
Cala a boca mina
Cala a boca irmão
Pega leve na palavra
Não tá rolando comunicação
Aconteceu comigo um dia
Uma galera que tomava fluxotina
E a coisa toda era muito louca
Porque a galera não calava a boca
Aconteceu comigo um dia
Uma galera que cheirava cocaína
E a coisa toda era muito louca
Porque a galera não calava a boca
Composição: f. foresti
Arranjo: fabiano foresti, f. foresti, carlinos lear.
©Copyright 2010 Todos os direitos reservados
http://palcomp3.com/desclassificados/
Aconteceu comigo um dia
Uma galera que tomava anfetamina
E a coisa toda era muito louca
Porque a galera não calava a boca
(refrão)
Cala a boca mina
Cala a boca irmão
Pega leve na palavra
Não tá rolando comunicação
Aconteceu comigo um dia
Uma galera que tomava fluxotina
E a coisa toda era muito louca
Porque a galera não calava a boca
Aconteceu comigo um dia
Uma galera que cheirava cocaína
E a coisa toda era muito louca
Porque a galera não calava a boca
Composição: f. foresti
Arranjo: fabiano foresti, f. foresti, carlinos lear.
©Copyright 2010 Todos os direitos reservados
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)












































